Subi acima duma arvori
Para ver se te via,
Como nã te vi,
Desci-a.
Atirê um limão rolando...
À tua porta parô...
Depois fiquê pensando...
Será qu'o cabrão se cansô?
Subi a um êcaliptre
C'o tê retrato na mão
Desencaliptrê-me lá de cima
Malhê c'os cornos no chão!
Perdi a minha caneta
Lá prós lados da várzea
Se lá fores e a vires....
Trázea!
Ê vi-te no tê jardim,
Andavas colhendo hortelã!
Ê cá gosto de ti,
E tu? Hãããã?
terça-feira, 25 de agosto de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Quando não há nada para fazer….
Todas as pessoas ao longo do dia e em determinadas alturas umas vezes mais que outras não têm "nada" para fazer, mas quero deixar claro que para os funcionários públicos “nada” é trabalho por isso, espero não estar a ser injusto com ninguém.
Um dos meus “desportos” favoritos para ocupar os “tempos mortos” é fazer zapping e, como julgo que estou na idade certa para ver programas construtivos e que ao mesmo tempo desenvolvam o intelecto, decidi ver “O Momento da Verdade”. Até há uns tempos era um filme, mais conhecido por “Karaté kid”, hoje em dia é um programa sobre dizer a verdade. E o que me surpreende é que nem a troco de muito dinheiro os portugueses dizem a verdade. Nisto realmente os portugueses são muito bons. Se um dia pudesse participar eu diria toda a verdade só com medo da Teresa Guilherme, é que com aquela “fronha” mete medo a qualquer um, e o pior ainda é que ela gosta de rapazes novos. Outros dos bons programas que gosto de ver é “O dia seguinte” e o efeito do programa em mim é instantâneo porque acontece que todas as vezes que o vejo só acordo mesmo no dia seguinte.
No meu tempo de juventude o passatempo favorito, quando não existia nada para fazer, era dar toques de telemóvel a toda a gente da lista… se isto pode parecer engraçado, mais engraçado ainda eram aqueles que respondiam aos toques. Depois percorria-se a lista de toques desde o “Calimero” ao “atende o telemóvel!” etc. E como não bastasse ainda mandava-se sms`s a mais de 10 pessoas a perguntar se estava tudo bem, mesmo que tivesses estado há pouco tempo com as mesmas. Acabava por mandar tantas sms`s que um dia… os polegares refilaram, foi então que decidi acalmar.
Ultimamente gosto mais passar esses “tempos” tendo conversas construtivas no MSN... do género... “Então como vais?” E a outra pessoa responde “vou andando…” o que na realidade é falso porque não deu nenhum passo. Épa conversa do tipo de encher chouriços, “Então que andas a fazer? E a outra pessoa ainda responde do tipo “Nada!” o que mais uma vez é falso a pessoa está no computador.
Um dos meus “desportos” favoritos para ocupar os “tempos mortos” é fazer zapping e, como julgo que estou na idade certa para ver programas construtivos e que ao mesmo tempo desenvolvam o intelecto, decidi ver “O Momento da Verdade”. Até há uns tempos era um filme, mais conhecido por “Karaté kid”, hoje em dia é um programa sobre dizer a verdade. E o que me surpreende é que nem a troco de muito dinheiro os portugueses dizem a verdade. Nisto realmente os portugueses são muito bons. Se um dia pudesse participar eu diria toda a verdade só com medo da Teresa Guilherme, é que com aquela “fronha” mete medo a qualquer um, e o pior ainda é que ela gosta de rapazes novos. Outros dos bons programas que gosto de ver é “O dia seguinte” e o efeito do programa em mim é instantâneo porque acontece que todas as vezes que o vejo só acordo mesmo no dia seguinte.
No meu tempo de juventude o passatempo favorito, quando não existia nada para fazer, era dar toques de telemóvel a toda a gente da lista… se isto pode parecer engraçado, mais engraçado ainda eram aqueles que respondiam aos toques. Depois percorria-se a lista de toques desde o “Calimero” ao “atende o telemóvel!” etc. E como não bastasse ainda mandava-se sms`s a mais de 10 pessoas a perguntar se estava tudo bem, mesmo que tivesses estado há pouco tempo com as mesmas. Acabava por mandar tantas sms`s que um dia… os polegares refilaram, foi então que decidi acalmar.
Ultimamente gosto mais passar esses “tempos” tendo conversas construtivas no MSN... do género... “Então como vais?” E a outra pessoa responde “vou andando…” o que na realidade é falso porque não deu nenhum passo. Épa conversa do tipo de encher chouriços, “Então que andas a fazer? E a outra pessoa ainda responde do tipo “Nada!” o que mais uma vez é falso a pessoa está no computador.
A Verdade Não Magoa
Eu costumo dizer que a verdade não me magoa, mas é triste constatar como o povo português se ofende com a verdade. É impressionante como tanta gente prefere arranjar uma boa desculpa para as suas asneiras do que a dizer "errei", prefere não enfrentar as suas limitações dizendo "eu sei", mesmo não sabendo.
O ego dos portugueses é tão grande, tão grande, que se tivesse dimensão física, não caberia no mundo, acabando por expulsar todos os restantes habitantes, bem como alguns portugueses com egos menores.
Mas o que realmente me irrita são os pretensos iluminados, esses embarcava-os num avião e punha-os a trabalhar com povos realmente evoluídos, para ver se percebiam como são limitados.
Depois queixamo-nos que ninguém gosta de nós, que somos um povo com azar é impressionante como os portugueses têm azar, apesar de eu achar o contrario. Pelo menos é o que eu ouço por ai, ainda há tempos estava ao pé de duas senhoras e ouvi uma conversa que me deixou perceber que o português, ao contrario do que estava a espera, é um povo cheio de sorte. A tal senhora dizia para a outra, “ Gestrudes você sabia que “Fulano tal” teve um acidente contra um camião de mota e agora está em coma? Ao que responde a Manuelina: “A sério?” Fogo coitado, mesmo assim “Fulano tal” teve Sorte, poderia ter morrido.” E eu a pensar: “coitado do pobre rapaz que está a sofrer e bem, não sabe como será o seu futuro mas, ainda assim pelas palavras da senhora, é um moço cheio de sorte.”
Numa coisa nós somos realmente bons, é com as palavras, em demagogia somos excelentes. Em todos os sectores da sociedade portuguesa, não há um que escape, não há quem nos bata. Já estou mesmo a ver a quantidade de medalhas de ouro que poderíamos ganhar nos jogos olímpicos se a demagogia e a mentira fossem considerados desporto olímpico.
O ego dos portugueses é tão grande, tão grande, que se tivesse dimensão física, não caberia no mundo, acabando por expulsar todos os restantes habitantes, bem como alguns portugueses com egos menores.
Mas o que realmente me irrita são os pretensos iluminados, esses embarcava-os num avião e punha-os a trabalhar com povos realmente evoluídos, para ver se percebiam como são limitados.
Depois queixamo-nos que ninguém gosta de nós, que somos um povo com azar é impressionante como os portugueses têm azar, apesar de eu achar o contrario. Pelo menos é o que eu ouço por ai, ainda há tempos estava ao pé de duas senhoras e ouvi uma conversa que me deixou perceber que o português, ao contrario do que estava a espera, é um povo cheio de sorte. A tal senhora dizia para a outra, “ Gestrudes você sabia que “Fulano tal” teve um acidente contra um camião de mota e agora está em coma? Ao que responde a Manuelina: “A sério?” Fogo coitado, mesmo assim “Fulano tal” teve Sorte, poderia ter morrido.” E eu a pensar: “coitado do pobre rapaz que está a sofrer e bem, não sabe como será o seu futuro mas, ainda assim pelas palavras da senhora, é um moço cheio de sorte.”
Numa coisa nós somos realmente bons, é com as palavras, em demagogia somos excelentes. Em todos os sectores da sociedade portuguesa, não há um que escape, não há quem nos bata. Já estou mesmo a ver a quantidade de medalhas de ouro que poderíamos ganhar nos jogos olímpicos se a demagogia e a mentira fossem considerados desporto olímpico.
Um segredo bem guardado...
Estava eu nestes dias no meu sossego, quando de repente ouvi um sussurrar de uma notícia ao qual me deixou incomodado. Li um dia algures que o segredo estaria "no meio de nós e dentro de nós". Bom, eu sempre quis acreditar que o segredo fosse uma palavra utilizada para o bem, se bem que todos nós achamos que os segredos ou a maior parte deles são praticados para o mal. Passo a citar um que ouvi: "este gajo é mesmo estúpido!", dito algures e por alguém a falar de mim. Pode parecer uma afirmação abrutalhada e/ou vista com algum humor, mas na verdade é um segredo ao qual no meu consciente eu conhecia-o, mas nunca me tinha sido revelado, e por esse motivo o mesmo manteve-se á distancia, ou então o meu inconsciente quis que ele se mantivesse. Foi então que pensei "bom, afinal este segredo eu conheço-o" está no "meio de mim e dentro de mim" (a tal afirmação que um dia eu ouvi...), e pensei, então porquê ficar aborrecido? E cheguei a uma conclusão... afinal nós sabemos todos os segredos, apenas queremos guarda-los para nós e não queremos que os outros o saibam, por isso quando ouvimos alguém que não nós, a revela-los ficamos tristes e apreensivos, e se realmente eles nos incomodam é porque são verdade. O que leva a concluir que, se os continuamos a guardar é porque somos egoístas, uma vez que todos os outros segredos neste caso os de bem, são revelados com naturalidade e nem damos conta deles porque entra em acção o tal efeito de que “só ouvimos aquilo que nós queremos".
Um dos elogios que ouvi até pode ser considerado normal mas foi dito por alguém que no meu intimo não me convencia: "Sérgio és um bacano!". Pode parecer um elogio mas na verdade sou sincero, nunca soube bem o significado da palavra "bacano", mas sendo dito por esse tal alguém, este "elogio" deixou-me com um pé atrás, o que leva a mais uma conclusão, é que para além de sermos egoístas somos também desconfiados.
Tudo isto para dizer que o segredo é nosso e que nós sabemos todos os segredos, eles estão dentro do nosso consciente apenas não os transmitimos e também porque somos Humanos e como tal somos egoístas e desconfiados. Por isso não criem segredos desnecessários na vossa vida, transmitam-nos a todos os vossos amigos e verão que afinal o verdadeiro segredo da vida é o bem estar interior e que ser "estúpidos e bacanos" até é bom e que o mau afinal é quando somos "egoístas e desconfiados".
Um dos elogios que ouvi até pode ser considerado normal mas foi dito por alguém que no meu intimo não me convencia: "Sérgio és um bacano!". Pode parecer um elogio mas na verdade sou sincero, nunca soube bem o significado da palavra "bacano", mas sendo dito por esse tal alguém, este "elogio" deixou-me com um pé atrás, o que leva a mais uma conclusão, é que para além de sermos egoístas somos também desconfiados.
Tudo isto para dizer que o segredo é nosso e que nós sabemos todos os segredos, eles estão dentro do nosso consciente apenas não os transmitimos e também porque somos Humanos e como tal somos egoístas e desconfiados. Por isso não criem segredos desnecessários na vossa vida, transmitam-nos a todos os vossos amigos e verão que afinal o verdadeiro segredo da vida é o bem estar interior e que ser "estúpidos e bacanos" até é bom e que o mau afinal é quando somos "egoístas e desconfiados".
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Uma saida há noite.... (parte 2)
Depois do casino lá fomos nós para uma disco... e o que me irrita sempre, é chegar a uma discoteca e o “rapazinho”ou segurança olhar para um gajo…e ficar com aquela cara de que todos entraram e ninguém pagou… à espera que sejamos nós a dizer alguma coisa! Se nós estamos ali..na porta da discoteca…o que será que nós queremos? Porque é que temos sempre de dizer “é para entrar!!!”
Depois se não bastasse começa o jogo da avaliação…tipo comprador de cavalos para a tourada! Se formos acompanhadas por uma gaja boa com um grande decote ai não haverá problemas mas se for com uma gaja que não preencha os requisitos ai é muito provável que ele nos dê um cartão de consumo mais elevado. E depois de passarmos todos os testes… quando entramos, com o que nos deparamos? Três gajas que andam no ginásio com o “rapazinho” e que não têm dinheiro nem para um copo de agua. Uns tantos gajos de fato que vêm da despedida de solteiro de um amigo e que estão a juntar os últimos euros para o table dance no Passerelle! e uns tantos jovens que aceitaram gastar a mesada inteira para passar duas ou três horas a tentar engatar as 3 vacas do ginásio!
Depois hoje em dia entre as miúdas há tipo uma disputa para ver quem é que traz o decote maior. Que sinceramente para mim até acho saudável e aplaudível. Segundo eu ouvi, se um gajo olhar durante 10 minutos por dia para umas belas mamocas equivale a 30 minutos de aeróbica… se realmente isto for verdade estas miúdas estão a fazer um bem á comunidade, tipo espécie de voluntariado, o que me levou a pensar e a sugerir ao Instituto Português de Cardiologia novas técnicas de rastreio. Em vez da habitual medição da tensão arterial, diabetes e colesterol… será que não seria muito mais simples e vantajoso colocar stands com um varão e uma bela menina com as mamocas amostra? De certeza que a esperança media de vida iria aumentar significativamente… qualquer das formas, fica a sugestão.
Bom depois lá fomos nós beber uns copos e todos sabemos que quando vamos sair com amigos que são solteiros, a conversa acaba sempre assim… ainda sem termos bebido nada… “Aquela Gaja é mesmo horrível, porra!” Já com alguma alegria… “Aquela gaja se não fosse um pouco gorda até era jeitosinha.” Já bêbados… “Aquela gaja é mesmo gira, bolas!” Completamente Bêbados: “Olha, achas que tenho hipóteses com aquela gaja??”
Mais tarde decidimos ir dançar um pouco para a pista, e como é óbvio, primeiro tentamos achar sempre aquele grupo de raparigas bonitas e solteiras e que ao mesmo tempo aparentem ser moças de bem ou “certinhas” como eu gosto de chamar, demos duas a três voltas, mas sem sucesso, passado um tempo voltei a insistir e dei outra volta porque um amigo meu disse-me que sempre que vai a uma disco encontra sempre esse tal grupo de raparigas, então decidi voltar arriscar, mas mais uma vez sem sucesso. Também é verdade que ele só as encontra depois de fumar uns tantos cigarros de enrolar e depois de uns 10 shots. Sinceramente não sei se isso tem influencia, mas como ele é meu amigo acredito nele. Por fim acabamos por ir dançar para ao pé das bailarinas da disco, ao menos ali sinto-me bem porque não é todos os dias que se consegue concretizar um sonho de adolescência, ou seja ter 2 gajas boas de mini-saia com aqueles decotes a dançar durante horas só para nós.
E depois lá fomos embora todos alegres e a cantarolar uma musica do José Cid que no fundo é quando as letras da musica dele começam a fazer algum sentido, ou seja já bêbados e com uma grande soneira.
Depois se não bastasse começa o jogo da avaliação…tipo comprador de cavalos para a tourada! Se formos acompanhadas por uma gaja boa com um grande decote ai não haverá problemas mas se for com uma gaja que não preencha os requisitos ai é muito provável que ele nos dê um cartão de consumo mais elevado. E depois de passarmos todos os testes… quando entramos, com o que nos deparamos? Três gajas que andam no ginásio com o “rapazinho” e que não têm dinheiro nem para um copo de agua. Uns tantos gajos de fato que vêm da despedida de solteiro de um amigo e que estão a juntar os últimos euros para o table dance no Passerelle! e uns tantos jovens que aceitaram gastar a mesada inteira para passar duas ou três horas a tentar engatar as 3 vacas do ginásio!
Depois hoje em dia entre as miúdas há tipo uma disputa para ver quem é que traz o decote maior. Que sinceramente para mim até acho saudável e aplaudível. Segundo eu ouvi, se um gajo olhar durante 10 minutos por dia para umas belas mamocas equivale a 30 minutos de aeróbica… se realmente isto for verdade estas miúdas estão a fazer um bem á comunidade, tipo espécie de voluntariado, o que me levou a pensar e a sugerir ao Instituto Português de Cardiologia novas técnicas de rastreio. Em vez da habitual medição da tensão arterial, diabetes e colesterol… será que não seria muito mais simples e vantajoso colocar stands com um varão e uma bela menina com as mamocas amostra? De certeza que a esperança media de vida iria aumentar significativamente… qualquer das formas, fica a sugestão.
Bom depois lá fomos nós beber uns copos e todos sabemos que quando vamos sair com amigos que são solteiros, a conversa acaba sempre assim… ainda sem termos bebido nada… “Aquela Gaja é mesmo horrível, porra!” Já com alguma alegria… “Aquela gaja se não fosse um pouco gorda até era jeitosinha.” Já bêbados… “Aquela gaja é mesmo gira, bolas!” Completamente Bêbados: “Olha, achas que tenho hipóteses com aquela gaja??”
Mais tarde decidimos ir dançar um pouco para a pista, e como é óbvio, primeiro tentamos achar sempre aquele grupo de raparigas bonitas e solteiras e que ao mesmo tempo aparentem ser moças de bem ou “certinhas” como eu gosto de chamar, demos duas a três voltas, mas sem sucesso, passado um tempo voltei a insistir e dei outra volta porque um amigo meu disse-me que sempre que vai a uma disco encontra sempre esse tal grupo de raparigas, então decidi voltar arriscar, mas mais uma vez sem sucesso. Também é verdade que ele só as encontra depois de fumar uns tantos cigarros de enrolar e depois de uns 10 shots. Sinceramente não sei se isso tem influencia, mas como ele é meu amigo acredito nele. Por fim acabamos por ir dançar para ao pé das bailarinas da disco, ao menos ali sinto-me bem porque não é todos os dias que se consegue concretizar um sonho de adolescência, ou seja ter 2 gajas boas de mini-saia com aqueles decotes a dançar durante horas só para nós.
E depois lá fomos embora todos alegres e a cantarolar uma musica do José Cid que no fundo é quando as letras da musica dele começam a fazer algum sentido, ou seja já bêbados e com uma grande soneira.
Uma saida há noite...
Num sábado desses eu mais um amigo decidimos ir dar uma volta por ai… e como ainda era cedo para ir beber uns copos, e depois de umas tantas voltas acabamos por ir parar ao casino.
Assim que entrámos…houve uma emergência intestinal que não poderia esperar nem por um jackpot! Tinha de ser ali! Afinal…se iríamos passar o resto da noite a fazer merda…porque não começa-la na mesma temática?
Lá fui eu ao WC do Casino, bem e é um espanto! até os lavatórios piscam e contêm uma ranhura para colocar uma ficha de 5€! Claro que não se ganha porra nenhuma…mas os técnicos de marketing do casino acreditam que durante as pausas para aliviar a tripa…não se pode perder o ritmo! E as sanitas!? O termo “cagadoiro” ali passa facilmente a “cagad´ouro”!
Minutos depois e ao fim de darmos uma volta e de procurar a maquina que gostaríamos de gastar o nosso dinheiro, encontramos um senhor daqueles tipo matarruanos, que já estava com mais sangue no álcool do que álcool no sangue, aos gritos e super feliz, e gritava grunhidos de alegria enquanto acenava com notas de 20€! E que se virou para nós e disse: “venham jogar para esta! Sai sempre prémio…e somos nós que escolhemos o valor!!” E lá fomos nós experimentar ainda meio desconfiados, mas afinal tentar não custa, e depois de carregar nuns botões de 0 a 9 lá sai o dinheiro. Afinal o senhor tinha a sua razão, a Caixa de Multibanco ainda era daquelas maquinas que se tinha mais probabilidade de se tirar dinheiro e realmente o senhor não nos enganou.
Depois disso e já com o dinheiro no bolso decidimos ir ao bar. No mínimo achei ridículo! Não é que atrás do balcão estava um senhor que não era digno da profissão? Para já não tinha bigode e não se chamava Sr.Zé. Todos nós sabemos que 90% dos empregados de café têm essas duas características fundamentais! E depois nem tinha o palito no canto da boca, nem o tal pano ao ombro. Mas pronto lá pedimos então uma mini! Não havia… só imperial ainda por cima abichanada servida nuns copinhos completamente paneleiros, e aí foi é que foi a gota de água! Naquele momento tivemos a certeza de que nem uns tremoços poderíamos trincar! Um erro de estratégia, porque afinal é um Casino Português… e nada do que o tuga mais aprecia!
Depois disso ainda nos sentamos a olhar para as empregadas do bar com as suas belas mini-saia, a beber a bela da cerveja, a mandar bitaites e a piscar o olho para ver se elas ainda se sentavam ao nosso colo, mas foi sem sucesso.
Como ainda era cedo e não estávamos decididos acabar ali a noite fomos embora... e para grande espanto fomos aplaudidos à saída! É verdade que estava a decorrer um concerto na mesma altura, mas de facto tínhamos sido os únicos até aquele momento a sair dali com dinheiro!
Assim que entrámos…houve uma emergência intestinal que não poderia esperar nem por um jackpot! Tinha de ser ali! Afinal…se iríamos passar o resto da noite a fazer merda…porque não começa-la na mesma temática?
Lá fui eu ao WC do Casino, bem e é um espanto! até os lavatórios piscam e contêm uma ranhura para colocar uma ficha de 5€! Claro que não se ganha porra nenhuma…mas os técnicos de marketing do casino acreditam que durante as pausas para aliviar a tripa…não se pode perder o ritmo! E as sanitas!? O termo “cagadoiro” ali passa facilmente a “cagad´ouro”!
Minutos depois e ao fim de darmos uma volta e de procurar a maquina que gostaríamos de gastar o nosso dinheiro, encontramos um senhor daqueles tipo matarruanos, que já estava com mais sangue no álcool do que álcool no sangue, aos gritos e super feliz, e gritava grunhidos de alegria enquanto acenava com notas de 20€! E que se virou para nós e disse: “venham jogar para esta! Sai sempre prémio…e somos nós que escolhemos o valor!!” E lá fomos nós experimentar ainda meio desconfiados, mas afinal tentar não custa, e depois de carregar nuns botões de 0 a 9 lá sai o dinheiro. Afinal o senhor tinha a sua razão, a Caixa de Multibanco ainda era daquelas maquinas que se tinha mais probabilidade de se tirar dinheiro e realmente o senhor não nos enganou.
Depois disso e já com o dinheiro no bolso decidimos ir ao bar. No mínimo achei ridículo! Não é que atrás do balcão estava um senhor que não era digno da profissão? Para já não tinha bigode e não se chamava Sr.Zé. Todos nós sabemos que 90% dos empregados de café têm essas duas características fundamentais! E depois nem tinha o palito no canto da boca, nem o tal pano ao ombro. Mas pronto lá pedimos então uma mini! Não havia… só imperial ainda por cima abichanada servida nuns copinhos completamente paneleiros, e aí foi é que foi a gota de água! Naquele momento tivemos a certeza de que nem uns tremoços poderíamos trincar! Um erro de estratégia, porque afinal é um Casino Português… e nada do que o tuga mais aprecia!
Depois disso ainda nos sentamos a olhar para as empregadas do bar com as suas belas mini-saia, a beber a bela da cerveja, a mandar bitaites e a piscar o olho para ver se elas ainda se sentavam ao nosso colo, mas foi sem sucesso.
Como ainda era cedo e não estávamos decididos acabar ali a noite fomos embora... e para grande espanto fomos aplaudidos à saída! É verdade que estava a decorrer um concerto na mesma altura, mas de facto tínhamos sido os únicos até aquele momento a sair dali com dinheiro!
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