domingo, 23 de agosto de 2009

Quando não há nada para fazer….

Todas as pessoas ao longo do dia e em determinadas alturas umas vezes mais que outras não têm "nada" para fazer, mas quero deixar claro que para os funcionários públicos “nada” é trabalho por isso, espero não estar a ser injusto com ninguém.

Um dos meus “desportos” favoritos para ocupar os “tempos mortos” é fazer zapping e, como julgo que estou na idade certa para ver programas construtivos e que ao mesmo tempo desenvolvam o intelecto, decidi ver “O Momento da Verdade”. Até há uns tempos era um filme, mais conhecido por “Karaté kid”, hoje em dia é um programa sobre dizer a verdade. E o que me surpreende é que nem a troco de muito dinheiro os portugueses dizem a verdade. Nisto realmente os portugueses são muito bons. Se um dia pudesse participar eu diria toda a verdade só com medo da Teresa Guilherme, é que com aquela “fronha” mete medo a qualquer um, e o pior ainda é que ela gosta de rapazes novos. Outros dos bons programas que gosto de ver é “O dia seguinte” e o efeito do programa em mim é instantâneo porque acontece que todas as vezes que o vejo só acordo mesmo no dia seguinte.

No meu tempo de juventude o passatempo favorito, quando não existia nada para fazer, era dar toques de telemóvel a toda a gente da lista… se isto pode parecer engraçado, mais engraçado ainda eram aqueles que respondiam aos toques. Depois percorria-se a lista de toques desde o “Calimero” ao “atende o telemóvel!” etc. E como não bastasse ainda mandava-se sms`s a mais de 10 pessoas a perguntar se estava tudo bem, mesmo que tivesses estado há pouco tempo com as mesmas. Acabava por mandar tantas sms`s que um dia… os polegares refilaram, foi então que decidi acalmar.

Ultimamente gosto mais passar esses “tempos” tendo conversas construtivas no MSN... do género... “Então como vais?” E a outra pessoa responde “vou andando…” o que na realidade é falso porque não deu nenhum passo. Épa conversa do tipo de encher chouriços, “Então que andas a fazer? E a outra pessoa ainda responde do tipo “Nada!” o que mais uma vez é falso a pessoa está no computador.

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